Se você já teve problemas com vírus no seu computador e teve que gastar uma nota preta em antivírus e em soluções para a máquina, ninguém vai julgá-lo por querer xingar Fred Cohen, o criados do primeiro vírus de computadores, há 26 anos.
Porém, não vamos nos precipitar: embora Cohen tenha sido pioneiro na criação do vírus de computador, suas pesquisas também levaram à criação da defesa contra os problemas encontrados pelas máquinas nos anos futuros. Quando era estudante na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, percebeu que a criação de outra Universidade – o famoso Cavalo de Tróia – poderia ser alterado para auto-replicar.
“Eu estava assistindo a uma aula e de repente eu percebi que o Cavalo de Tróia poderia se copiar em outros programas, infectando todos, então qualquer pessoa que rodasse esses programas ficaria infectada e assim por diante”, diz o especialista em segurança de computadores. Na época, ele discutiu a sua ideia com Len Adleman, outro especialista da mesma universidade. “Fred me disse que tinha um novo tipo de ameaça à segurança dos computadores, e descreveu para mim o que nós agora chamamos de vírus”, afirma Adleman.
Segundo ele, Cohen quis um computador emprestado para realizar experimentos e ver como a ideia funcionaria – e funcionou muito bem. “Passei os próximos seis anos da minha via tentando encontrar maneiras para proteger o computador dos vírus e entendendo os limites do que poderia ser feito com eles”, diz.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Por que seu teclado não está em ordem alfabética
A curiosa história do QWERTY
É provável que você mal olhe para o teclado enquanto digita, já que se acostumou com a localização das teclas. Ainda assim, talvez já tenha se perguntado qual a lógica por trás dessa disposição. Não seria mais fácil deixar as letras em ordem alfabética, por exemplo?Em texto recente, Jimmy Stamp, colaborador do Smithsonian, falou sobre teorias por trás do modelo de teclado mais usado no ocidente – o QWERTY (nomeado a partir das 6 primeiras letras do teclado).
A história começa na década de 1860 nos Estados Unidos, quando o político, jornalista, impressor e inventor Christopher Latham Sholes criou, junto com três colegas, uma das primeiras máquinas de escrever. Inicialmente, o teclado se assemelhava ao de um piano, e as letras estavam dispostas em ordem alfabética. É a partir daqui, segundo Stamp, que a história do QWERTY fica meio “nebulosa”.
“A teoria popular afirma que Sholes teve de replanejar o teclado em resposta a falhas mecânicas nas primeiras máquinas de escrever”, explica. “Se um usuário teclasse rapidamente uma sucessão de letras próximas, a delicada máquina estragaria”. Teoricamente, o modelo seguinte separaria as combinações de letras mais comuns na língua inglesa, como “th” e “he” e “in”. Contudo, há uma falha nessa teoria, já que a combinação “er” (a 4ª mais comum em inglês) está junta no teclado, na primeira linha.
A explosão do QWERTY
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Pedaço da Terra com maior população
A ideia ganhou destaque na rede social Reddit graças ao usuário “valeriepieris”, que tirou ainda outras conclusões bizarras a respeito do fato: “Há mais muçulmanos (…) mais hindus (…), mais budistas dentro do círculo do que fora dele”, escreve.
Para quem não acredita, eis os cálculos:
População mundial: 7 bilhões (ou seja, é preciso que haja mais de 3,5 bilhões de pessoas na região)
- China: 1,34 bi
- Índia: 1,24 bi
- Indonésia: 0,24 bi
- Japão: 0,13 bi
- Tailândia: 0,07 bi
- Bangladesh: 0,15 bi
- Paquistão: 0,18 bi
- Malásia: 0,03 bi
- Filipinas: 0,094 bi
- Coreia do Sul: 0,05 bi
- Total: 3,524 bi
* Fonte[io9, Reddit]
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Pesquisadores reativam primeiro site da história da internet
Um momento histórico foi resgatado por pesquisadores do CERN (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear). Comemorando os 20 anos da criação do primeiro site da World Wide Web, a organização ressuscitou a URL original da página, com conteúdo e "design" idênticos à página.
A página, criada em 30 de abril de 1993, trazia uma declaração de que a tecnologia por trás do protocolo WWW seria livre para uso geral, sem necessidade de pagamento de royalties. No caso, a tecnologia envolvia um software para rodar um servidor web, um navegador básico, e uma biblioteca de códigos. E assim nascia a internet, no domínio INFO.CERN.CH.
O servidor que hospedava a página original segue funcionando na sede do CERN, mas a página não estava mais disponível até hoje (30/04), quando pesquisadores decidiram iniciar um projeto para restaurar o primeiro web site da história e "preservar a história do nascimento da web".
Segundo Dan Noyes, a URL estava inativa, redirecionando para a raiz do domínio. Agora eles estão recolocando os arquivos no ar e procurando por versões mais antigas da página para substituir.
Para acessar, basta clicar neste hyperlink, como se falava antigamente. A página, no entanto, tem apresentado instabilidades e podem ser necessárias algumas tentativas para obter sucesso.
A página, criada em 30 de abril de 1993, trazia uma declaração de que a tecnologia por trás do protocolo WWW seria livre para uso geral, sem necessidade de pagamento de royalties. No caso, a tecnologia envolvia um software para rodar um servidor web, um navegador básico, e uma biblioteca de códigos. E assim nascia a internet, no domínio INFO.CERN.CH.
O servidor que hospedava a página original segue funcionando na sede do CERN, mas a página não estava mais disponível até hoje (30/04), quando pesquisadores decidiram iniciar um projeto para restaurar o primeiro web site da história e "preservar a história do nascimento da web".
Segundo Dan Noyes, a URL estava inativa, redirecionando para a raiz do domínio. Agora eles estão recolocando os arquivos no ar e procurando por versões mais antigas da página para substituir.
Para acessar, basta clicar neste hyperlink, como se falava antigamente. A página, no entanto, tem apresentado instabilidades e podem ser necessárias algumas tentativas para obter sucesso.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Saiba como arrumar o PC "bugado" com falha do Windows 7
Veja como recuperar um PC afetado pela atualização KB2823324 do Windows 7
Não é preciso "formatar" a máquina e recomeçar do zero. Siga estes passos para ter seu PC de volta em alguns minutos.
Uma atualização do Windows 7 (chamada KB2823324) lançada nesta terça-feira pela Microsoft está causando dores de cabeça a muitos usuários. Após sua instalação várias máquinas estão mostrando telas azuis durante a inicialização do sistema ou entram em um "loop infinito" onde a máquina reinicia continuamente antes de completar o boot. Ou seja, fica impossível usar o PC, já que o sistema operacional não é carregado.
Mas não se desespere: é possível recuperar um PC afetado pelo problema sem ter de formatar o HD e reinstalar o sistema do zero. Basta seguir nossas instruções neste artigo.
Quem é afetado?
Segundo a Microsoft o problema afeta apenas máquinas no Brasil rodando uma versão de 32-Bits do Windows 7 (x86). Máquinas com uma versão de 64-Bits (x64) ou o Windows 8 estão imunes. Para saber qual a versão de seu Windows, abra o Painel de Controle (clique em Iniciar / Configurações / Painel de Controle) e clique em Sistema e Segurança / Sistema. Olhe o campo "Tipo de sistema:". Se disser "Sistema operacional de 64 Bits", seu PC não será afetado.
Se você tem um PC com sistema Windows 7 de 32 Bits e ainda não instalou as últimas atualizações do Windows, pode evitar todo o problema ignorando a atualização defeituosa. Consulte a seção "Evitando a atualização" logo abaixo.
Como resolvo o problema?
Se sua máquina foi afetada pelo problema, há algumas soluções possíveis. Uma delas é usar um ponto de restauração do sistema para reverter o Windows ao estado que tinha antes da atualização. Faça o seguinte:
terça-feira, 9 de abril de 2013
Coisas que a ciência não explica
Mesmo com todo o conhecimento que nós humanos possuimos, ainda
existem coisas do nosso cotidiano que a ciência está longe de explicar.
Vejam alguns exemplos:
1 – “Limpar o salão”
Não me venha com o papinho que nunca meteu o dedão no nariz, tirou aquela meleca e deu uma bela olhada antes de jogar fora (ou mesmo comeu a coisinha verde). Bom, esse ato ainda não foi explicado pelos cientistas. Mas é algo natural do ser humano e mesmo comer a meleca não é de todo mal, segundo pesquisadores ela pode dar uma ajuda nutricional e ainda melhorar nosso sistema imunológico. Se alguém aguenta o nojo, boa sorte…2 – Beijo
O desejo de beijar não surge de nossos genes, então por que é tão bom? Não se pode determinar exatamente. O que interessa é que é bom, o motivo fica em segundo plano.3 – Superstição
Muitas pessoas tem superstição, mas, seja qual for a forma que isso se expressa, é totalmente irracional. Só se sabe que pessoas que vivem em áreas de risco, como zonas de guerra, tendem a serem mais supersticiosas.4 – Arte
De onde vem o desejo humano de se expressar através da arte? Não se faz a mínima idéia. Contudo hoje em dia se sabe que mulheres, principalmente na sua época fértil, tem uma “quedinha” por homens criativos.5 – Altruísmo
Ainda se questiona se é da natureza humana ajudar os outros, mas se for, não faz sentido evolucionário. Para pesquisadores o altruísmo é algo mais cultural do que instintivo. Pois na natureza o normal é o egoísmo, a não ser quando se espera algo em troca, mas desse modo já não é um altruísmo verdadeiro.6 – Sonhos
Atualmente, grande parte dos pesquisadores, não crê no ponto de vista de Freud, segundo o qual os sonhos são manifestações do nosso desejo inconsciente, mas neste caso, para que eles servem?7 – Adolescentes
Nós somos a única espécie do planeta que passa por essa fase meia maluca durante a vida. Todos os outros animais, até mesmo os macacos, não tem essa fase rebelde em seu ciclo vital. O por que dela? Vai saber.8 – Pelos pubianos
Proteção contra o mal cheiro, aquecedor, evitar irritação “nas partes’”? Ninguém sabe exatamente para que nós temos pelos nas parte íntimas.9 – Risos
Não sabemos exatamente por que rimos das coisas, mas sabe-se que nos faz muito bem, pois uma boa risada aumenta o níveis de endorfina nos deixando mais felizes e relaxados.10 – Rubor
Rubor, que é o popular “ficar com a cara vermelha”, é uma dos mistérios que não se consegue desvendar. Nem mesmo uma das maiores mentes que já andou sobre a Terra conseguiu achar a resposta exata. Darwin (aquele mesmo do evolucionismo) tentou, pesquisou, pensou e nada.segunda-feira, 8 de abril de 2013
Os novos domínios da internet
A partir de 2013, será permitido o uso de novos domínios para e-mails e sites da internet.
A Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), órgão internacional responsável pelos domínios da internet, aprovou o uso de novas extensões de domínios. A partir de agora, será possível utilizar não apenas os já conhecidos .com, .net, .org, etc., mas extensões personalizadas para empresas, marcas e até produtos e promoções.
São os chamados Top Level Domains (TLD). Hoje, ao todo, apenas 23 extensões são permitidas, algumas específicas, como .gov (para órgãos do governo) e .edu (para centros universitários e universidades). Empresas e organizações poderão utilizar .carro ou .banco em seus sites. Assim, um corretor de imóveis poderá ter seu assim seu endereço eletrônico: fulanodetal@imobiliaria.imoveis.br.
O plano de expansão das extensões foi anunciado pela primeira em 2008, no 32º encontro da ICANN em Paris (França). A aprovação ocorreu em Cingapura, n0 41º encontro.
De acordo com a corporação, a mudança marca o início de uma nova era para a rede mundial de computadores. Os novos endereços eletrônicos serão personalizados e, como as empresas deverão atender a determinados requisitos para obter o novo domínio, a navegação virtual se tornará mais segura.
Em sites de busca, a pesquisa através das extensões ficará mais rápida, apresentando resultados objetivos: pesquisando .banco, por exemplo, surgirão apenas instituições bancárias, enquanto hoje os resultados da pesquisa “banco” relaciona móveis, notícias sobre bancos na imprensa, etc. Por fim, poderá surgir a extensão .xxx, para sites eróticos, o tema mais acessado na internet no mundo todo.
A cada nova extensão criada, a empresa ou pessoa se torna responsável pelo sufixo, definindo regras para o uso. Desta forma, se um brasileiro tiver aprovado o uso da extensão.livro.br., terá que definir os critérios mínimos para a concessão desta permissão e poderá explorar comercialmente o sufixo, recebendo parte dos direitos.
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