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terça-feira, 18 de junho de 2013

Hds Externos Falsificados

Com certeza os falsificadores percorreram um longo caminho desde a época em que se comprava um video-game no Paraguai e chegava-se em casa com uma caixa cheia de pedaços de madeira. Hoje em dia temos não apenas uma gigante quantidade de produtos com um visual que imita outros produtos da moda, quanto também algumas falsificações bastante convincentes, principalmente em relação a baterias, cartões de memória, pendrives e outros itens.
Em muitos casos o golpe consiste em uma simples remarcação, ou seja, vender outro produto similar, porém de uma marca mais barata como se fosse um pendrive da Kingston ou uma bateria da Nokia, por exemplo, entretanto em outros a coisa pode ser bem mais grave:


Esta é uma imitação de um HD de 2.5" externo da Samsung que parece autêntico se olhado por fora, com um invólucro que, excetuando-se alguns erros de escrita até que parece autêntico, inclui os logos e certificados:


Dentro dele temos duas porcas para simular o peso e um pendrive de 128 MB, cujo controlador foi modificado para funcionar em loop, reportando uma partição de 500 GB para o sistema e armazenando a tabela de alocação de arquivos, porém guardando apenas os 128 MB de dados copiados.

O resultado prático desse hack é que ao plugar o drive no sistema, ele é realmente identificado como um HD USB e o sistema reporta a presença de uma partição de 500 GB, e ao escrever vários arquivos a operação de gravação é realmente executada e o gerenciador de arquivos mostra todos os arquivos copiados, inclusive informando os tamanhos corretamente. Entretanto, ao tentar abrir or arquivos, você perceberá que estão todos vazios, com exceção do último, que conterá os 128 MB finais.

Este mesmo hack é muitas vezes encontrado em pendrives falsificados, onde a capacidade real pode ser bem mais baixa que a reportada, graças ao emprego do mesmo hack. Como uma indústria de falsificação tão desenvolvida quanto a que existe na China, um simples controlador modificado é coisa de criança.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Por que não resistimos a uma fofoca?


Desnecessário dizer que fofoca pega mal e que as regras sociais a condenam fortemente – ser chamado de fofoqueiro é uma grande ofensa para qualquer um. Mas vamos ser sinceros: é MUITO difícil não prestar atenção quando uma dessas informações, digamos, clandestinas chega até nós, não? Antes de se sentir culpado, porém, saiba que há uma explicação científica para nossa obsessão pela vida alheia.

Um estudo recente da Universidade de Northeastern, em Boston, descobriu não só que o nosso subconsciente valoriza a fofoca, como nossa mente e nossos olhos prestam atenção particular quando estão em jogo informações negativas. Olha que danadinhos.

O experimento funcionou assim: primeiro, os voluntários viram fotos de algumas pessoas, e receberam uma informação sobre elas. Essa informação podia ser positiva, negativa ou neutra, e o assunto podia ser social ou não. Por exemplo, “ele jogou uma cadeira em seu colega de classe” seria uma declaração social negativa, enquanto que “ela desenhou as cortinas da sala” seria uma informação neutra e não social (não trata de algo que ela tenha feito com outra pessoa).

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Como a inflação criou Hitler






De inflação, o Brasil entende. Mesmo assim é difícil até para a gente imaginar o que aconteceu na Alemanha do começo do século 20. Entre 1914 e 1923, os preços lá subiram 143 trilhões por cento.

Bom, os salários dos alemães também eram trilionários. Mas não adiantava nada. No círculo vicioso da inflação, os preços sempre sobem antes dos salários (numa economia saudável acontece o oposto). Hitler, que tinha 34 anos em 1923 e ainda era só um agitador de rua, discursava contra o absurdo de a Alemanha ter “bilionários miseráveis”. Para o sujeito, a culpa era dos comunistas, dos judeus, dos capitalistas, dos judeus, da frouxidão do governo com os judeus. E dos judeus também.

Suposta imagem de Hitler, em 1914, em meio às comemorações pelo início da Primeira Guerra. 


Mas o problema estava no lugar de sempre: na cabeça de quem imprime aquilo que a gente tem na carteira. No caso, os responsáveis pelo Reichsbank, o Banco Central de lá. A Alemanha tinha entrado na Primeira Guerra Mundial e precisava de mais dinheiro circulando para manter a economia viva, já que todo país em conflito precisa aumentar sua produção. O governo, via Reichsbank, injetou grana na praça, concedendo empréstimos a rodo, a juros baixíssimos, de 5% ao ano. Conseguir o dinheiro não era problema para o Banco Central. Era só ligar as impressoras de papel-moeda e mandar ver.
No começo deu certo. O Reichsbank inundou a economia alemã de dinheiro novo, mas a produção respondeu à altura. Ou seja, o governo imprimia papel-moeda para comprar aço a fim de fabricar armas, por exemplo, e as siderúrgicas alemãs produziram quase tanto aço a mais quanto a quantidade de dinheiro extra que foi impressa. Assim deu para segurar as pontas. O resultado foi uma inflação relativamente baixa ao longo da Primeira Guerra, uma média de 14% ao ano entre 1914 e 1918.
Na prática, os preços dobraram entre o começo e o fim da guerra. Era do jogo. O problema foi depois.
Quando o conflito acabou, com a Alemanha derrotada, a capacidade de produção do país foi parar na UTI. Eles tinham perdido 10% da população, 15% do território e todas as suas colônias na África e na Ásia. A extração de carvão caiu 30%; e a de minério de ferro, 75%. Para piorar, os Aliados exigiram 100 mil toneladas de ouro a título de reparação pelos danos da guerra – uma soma que hoje estaria na casa dos trilhões de dólares. Por mais que eles parcelassem, seria dureza – economistas respeitados da época, como o inglês John Maynard Keynes, achavam o valor completamente impagável, mas a imposição foi feita mesmo assim.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Descubra se seu celular é pirata



Faça consultas no site da Anatel e saiba se seu aparelho sofrerá bloqueios de chamadas

A Anatel anunciou recentemente que as operadoras de telefonia móvel poderão bloquear as ligações feitas a partir de celulares piratas ou não homologados no Brasil.

A medida serve como um alerta: a partir de 2014, antes de comprar um aparelho no exterior é importante verificar se ele funcionará por aqui. O mesmo acontece para modelos de fabricantes praticamente desconhecidas.

Existem algumas maneiras de descobrir se um celular é homologado pela agência reguladora. Uma delas é buscar pelo selo da Anatel. O adesivo normalmente é fixado no manual do produto e traz um número de homologação em alguma parte do dispositivo. Mas se o aparelho for comprado fora, o ideal é buscar informações online. No site da agência é possível consultar produtos pelo nome da fabricante ou outras informações.

O site traz uma listagem que mostra quais aparelhos estão validados no país. Em alguns casos, a página apresenta o equipamento como ‘suspenso’ ou ‘cancelado’, mas isso não significa, necessariamente, que o uso dele está proibido. Esse status pode identificar que o produto deixou de ser fabricado e a homologação não foi renovada, por exemplo. Já o status ‘Indeterminado’ sinaliza que o celular está homologado, mas não há data limite de validação.

Neste link, informe o nome da fabricante e escolha o tipo de 'Serviço/Aplicação'. Se a busca é por um celular, selecione 'Serviço Móvel Pessoal - SMP'. Abaixo, em 'Tipo de produto', clique em 'Telefone móvel celular', então, confirme a consulta no fim da página e busque pelo aparelho.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Google lança mosaico dinâmico com buscas mais populares





O Google lançou uma ferramenta ideal para quem sempre quis saber o que pessoas estão pesquisando. Um novo recurso do Google Trends, o Hot Searches, mostra de forma dinâmica os temas mais procurados na página.

A pessoa tem a opção de visualizar entre uma e 25 das buscas mais ativas do globo simultaneamente. É bastante interessante ver como os temas se alternam, formando praticamente um protetor de tela com os temas mais relevantes do momento.

Pelo menos por enquanto, porém, não são exibidas as buscas de todo o mundo. Há a opção de escolher entre as pesquisas realizadas por usuários de Austrália, Canadá, Hong Kong, Índia, Israel, Japão, Rússia, Singapura, Taiwan, Reino Unido e Estados Unidos. Também é possível mesclar as buscas de todos estes países ao mesmo tempo.

Para conferir o mosaico, basta clicar aqui.

Outra mudança no Google Trends é que a empresa agora atualiza seu ranking com os termos mais pesquisados mensalmente. Antigamente, a empresa reunia apenas as buscas mais populares em um ano e divulgava por meio de seu relatório Zeitgeist.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Por que você continua jogando na loteria?


Algumas apostas, junto com uma dose cavalar de sorte, podem lhe ajudar a pagar todas as suas contas e se sustentar por anos sem ter que trabalhar. É claro que as chances de isso acontecer são (como você lerá a seguir) minúsculas, mas isso não impede milhões de pessoas de jogar na loteria.
De acordo com o professor de estatística Jorge Oishi, da Universidade Federal de São Carlos, as chances de alguém ganhar a Mega-Sena da Virada (R$ 230 milhões) sorteada no final de 2012 eram de uma em 50 milhões, número não muito diferente dos que podemos esperar em sorteios similares.

Em termos de probabilidade, há mais chances de você ser atingido por um raio (uma em 3 milhões), ser atacado por um tubarão (uma em 11,5 milhões) ou morrer por causa de uma picada de abelha (uma em 6,1 milhões). Por que gostamos de apostar mesmo assim?

Fé no bilhete

Os pesquisadores Stephen Goldbart e Joan DiFuria, em artigo publicado na revista Psychology Today, apontam pelo menos duas razões por trás do sucesso das loterias: a vontade de fazer parte da “maioria” e a busca pela sensação de ter menos responsabilidade (uma grande fortuna poderia aliviar muitas preocupações, certo?).

Outro motivo seria o baixo custo de uma aposta – “gaste pouco e ganhe muito” é uma ideia atrativa. De acordo com estudo realizado em 2008 por pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon (EUA), as pessoas em geral preferem focar no custo-benefício de apostas individuais ao invés de observar o valor investido em diversas apostas ao longo dos anos.
 
“Isto tem uma função psicológica para as pessoas”, sugere George Loewenstein, um dos autores. “Nosso prazer de viver não se baseia apenas em nossa situação atual, mas no que poderia ser, no que imaginamos que nossa situação pode se tornar”.[G1, CNN, Psychology Today, Journal of Behavioral Decision Making]

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Buscador do Google fica mais inteligente

 'É o fim das buscas como as conhecemos', afirma executivo da companhia



Grande novidade revelada pelo Google nesta quarta-feira, 15, durante sua conferência para desenvolvedores, é que o buscador da companhia, seu principal produto, ficará ainda mais inteligente.

"É o fim das buscas como as conhecemos", anunciou Amit Singhal, vice-presidente sênior e engenheiro de software do Google.

São três novas experiências de pesquisa: "respostas", "conversa" e "antecipação". Com isso, o Google responderá a questões como "Qual é a população da Índia?" e ainda conseguirá antecipar outras perguntas.

Todos os desktops e laptops equipados com o sistema operacional Chrome agora poderão fazer buscas por voz, assim como os smartphones e tablets com Android.

Será possível agendar compromissos que depois são mostrados em um mapa - com horário e outras informações. Os lembretes serão marcados no Google Now, então o usuário pode ser informado sobre eles pelo smartphone.

O Now é como o Siri, da Apple, mas vai mais longe porque é integrado a todo o ecossistema do Google. Em demonstrações feitas no palco, ficou claro que você pode agendar um voo, por exemplo, e perguntar ao Google quando ele sairá - a ferramenta buscará mais informações para te passar. É possível ainda mandar e-mails por voz.

Mais: http://googleblog.blogspot.com.br/