Não adianta, o Windows não permite que você crie uma pasta com esse nome. Mas você sabe o motivo disso?
Você pode até tentar, mas o Windows não permite que você crie uma pasta com o nome “con”. No XP, o nome será simplesmente ignorado, já no Windows 7 e Vista você receberá uma frustrante mensagem de erro. A verdade é que qualquer versão do Windows impede que você crie ou renomeie arquivos e pastas para nomes como “con”, “prn”, “aux”, “com1” e “ltp1”.
Trata-se de uma antiga herança que os sistemas operacionais Windows carregam do MS-DOS. Essas palavras são reservadas para a comunicação interna do SO e designam comandos e estruturas. Portanto, mesmo o mais recente sistema da Microsoft é incapaz de interpretar tais sentenças como simples nomes através do Windows Explorer.
O termo “con”, por exemplo, origina-se da palavra “console” e prepara o sistema para entradas de texto a partir do teclado. O motivo para que tais comandos continuem presentes é a compatibilidade das versões modernas do Windows com programas e bancos de dados antigos. Confira a lista de comandos reservados ao sistema:
quarta-feira, 24 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Portais rastreiam internautas 'eternamente'
Pesquisadores dos EUA identificaram cookies no MSN e Hulu.
Sites afirmaram desconhecer uso dos cookies feito por terceiros.

Tela de limpeza de cookies do Firefox. Apagar
os cookies aqui não elimina o 'cookie eterno'
Pesquisadores das universidades de Stanford e Berkeley, na Califórnia,
identificaram os chamados “cookies eternos” nos portais MSN e Hulu, de
acordo com uma reportagem do "Wall Street Journal". Segundo os
pesquisadores, o recurso atua de forma invasiva, por não poder ser
facilmente removido, e permite que os sites saibam quais páginas foram
visitadas pelos internautas.
os cookies aqui não elimina o 'cookie eterno'
Os pesquisadores entraram em contato com os sites que usam a técnica. Eles afirmam não ter conhecimento do fato, afirmando ainda que pretendem parar de usar o recurso. Cookies são normalmente usados por redes de publicidade operadas por terceiros com o intuito de descobrir as preferências dos internautas e exibir anúncios publicitários personalizados.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Novas Regras de Planos de Tarifas Bancárias
STAR da FEBRABAN apresenta os novos Pacotes Padronizados de Serviços
1º de julho, o STAR – Sistema de Divulgação de Tarifas da FEBRABAN (www.febraban-star.org.br) já traz os três novos Pacotes Padronizados de Serviços para pessoas físicas. Acessando o STAR, o consumidor poderá fazer consultas, pesquisas e comparações das tarifas cobradas por algumas das principais instituições financeiras do País. Além dos pacotes padronizados, os bancos também podem oferecer outros tipos de pacotes de serviços, baseados no perfil do cliente e no seu relacionamento com a instituição financeira.Os novos pacotes fazem parte de um conjunto de iniciativas do governo, que foram anunciadas em março, com o objetivo de ampliar a transparência, uma exigência da sociedade e do próprio negócio bancário. A transparência melhora o relacionamento entre bancos, seus consumidores, seus reguladores e o conjunto da sociedade. Ajuda as pessoas a conhecer os produtos e serviços financeiros e também a fazer melhor uso deles.
Os novos pacotes foram instituídos por meio da Resolução 4.196/2013, de 15 de março, com normas complementares divulgadas pela Carta Circular 3.594, publicada em 22 de abril de 2013, ambas do Banco Central.
Para facilitar a divulgação e tornar o processo de consulta simples, os pacotes são chamados:
• Pacote Padronizado de Serviços I (criado pela resolução 3.919/2010)
• Pacote Padronizado de Serviços II (Res. 4.196/2013)
• Pacote Padronizado de Serviços III (Res. 4.196/2013)
• Pacote Padronizado de Serviços IV (Res. 4.196/2013)
O Pacote I*contém o menor número de serviços em relação aos demais, cinco itens. Já os Pacotes II*, III* e IV* são idênticos entre si, isto é, contém os mesmos serviços /produtos (sete no total), variando apenas a quantidade ofertada em cada um deles durante o mês. Assim, no Pacote II, o cliente tem direito a duas folhas de cheques. No Pacote III, a cinco, e no IV, a 10. E por esse conjunto de serviços/produtos cada banco fixa seu preço.
P.S. As novas regras não desobrigam as instituições de oferecer pacotes BÁSICOS, resolução 3.919
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Simpsons no apoio aos protestos
Em nota publicada pela Fox Channel, Matt Groening diz estar sensibilizado com a situação dos protestos no Brasil
A onda de manifestações tem levado o Brasil ao noticiário internacional. Agora a ajuda virá da telinha da TV. Matt Groening, criador dos Simpsons, diz que está sensibilizado com tudo o que vem ocorrendo com os brasileiros. Em nota publicada pela Fox Channel nessa terça (25/06), Groening anunciou que dará sua contribuição através de um episódio totalmente voltado para protestos. Segundo o autor, os telespectadores captarão logo a mensagem. "É claro que, como é de costume, não faltarão muito humor e sarcasmo", finalizou.
A estreia da nova temporada de Simpsons está prevista para setembro, nos Estados Unidos.
A onda de manifestações tem levado o Brasil ao noticiário internacional. Agora a ajuda virá da telinha da TV. Matt Groening, criador dos Simpsons, diz que está sensibilizado com tudo o que vem ocorrendo com os brasileiros. Em nota publicada pela Fox Channel nessa terça (25/06), Groening anunciou que dará sua contribuição através de um episódio totalmente voltado para protestos. Segundo o autor, os telespectadores captarão logo a mensagem. "É claro que, como é de costume, não faltarão muito humor e sarcasmo", finalizou.
A estreia da nova temporada de Simpsons está prevista para setembro, nos Estados Unidos.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
O que é a PEC 37?
A PEC 37 define como privativa das polícias as investigações criminais.
O que é a polêmica PEC 37? O que muda se ela for aprovada?
De acordo com os parágrafos 1º e 4º do artigo 144 da Constituição Federal, promulgada em 1988, todas as investigações criminais devem ser conduzidas pelas polícias Federal e Civil de todos os Estados da federação, mas faz uma ressalva: o Ministério Público (MP) também pode conduzir investigações, para a defesa da ordem jurídica e dos interesses individuais e sociais. No entanto, em 2011, o deputado federal Lourival Mendes (PT do B – MA), apresentou uma proposta de emenda constitucional – a PEC 37 – que retira dos promotores e procuradores de Justiça o direito de investigação.O MP investiga delitos praticados pelo crime organizado, contra os interesses econômicos, contra crimes ambientais, saúde pública, educação e também de violência contra a mulher. Além disto, atua contra a pirataria e o tráfico de drogas, em conjunto com as polícias estaduais e do Distrito Federal.
A Constituição não permite explicitamente que o MP participe das investigações criminais, mas também não proíbe. Trata-se de uma lacuna jurídica que a PEC 37 quer preencher, mas, da forma como foi apresentada, apenas os policiais podem apurar os crimes – inclusive os praticados pela própria polícia e pelos órgãos do poder judiciário. Por ser uma proposta para alterar a Carta Magna, é preciso que três quintos do Congresso Nacional aprovem a medida na última semana de junho (no mínimo, 308 deputados e 49 senadores precisam aprovar a PEC 37).
O Ministério Público está debatendo com os parlamentares para impedir a aprovação da proposta de emenda constitucional. Em junho de 2013, o Partido Democratas (antigo PFL) reuniu procuradores e promotores de Justiça com deputados federais; na ocasião, o procurador geral da República, Roberto Gurgel, já se posicionou contra a PEC 37. O Supremo Tribunal Federal (STF) também já proclamou que o MP deve participar de investigações.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Hds Externos Falsificados
Com certeza os falsificadores percorreram um longo caminho desde a época em que se comprava um video-game no Paraguai e chegava-se em casa com uma caixa cheia de pedaços de madeira. Hoje em dia temos não apenas uma gigante quantidade de produtos com um visual que imita outros produtos da moda, quanto também algumas falsificações bastante convincentes, principalmente em relação a baterias, cartões de memória, pendrives e outros itens.
Em muitos casos o golpe consiste em uma simples remarcação, ou seja, vender outro produto similar, porém de uma marca mais barata como se fosse um pendrive da Kingston ou uma bateria da Nokia, por exemplo, entretanto em outros a coisa pode ser bem mais grave:
Esta é uma imitação de um HD de 2.5" externo da Samsung que parece autêntico se olhado por fora, com um invólucro que, excetuando-se alguns erros de escrita até que parece autêntico, inclui os logos e certificados:
Dentro dele temos duas porcas para simular o peso e um pendrive de 128 MB, cujo controlador foi modificado para funcionar em loop, reportando uma partição de 500 GB para o sistema e armazenando a tabela de alocação de arquivos, porém guardando apenas os 128 MB de dados copiados.
O resultado prático desse hack é que ao plugar o drive no sistema, ele é realmente identificado como um HD USB e o sistema reporta a presença de uma partição de 500 GB, e ao escrever vários arquivos a operação de gravação é realmente executada e o gerenciador de arquivos mostra todos os arquivos copiados, inclusive informando os tamanhos corretamente. Entretanto, ao tentar abrir or arquivos, você perceberá que estão todos vazios, com exceção do último, que conterá os 128 MB finais.
Este mesmo hack é muitas vezes encontrado em pendrives falsificados, onde a capacidade real pode ser bem mais baixa que a reportada, graças ao emprego do mesmo hack. Como uma indústria de falsificação tão desenvolvida quanto a que existe na China, um simples controlador modificado é coisa de criança.
Em muitos casos o golpe consiste em uma simples remarcação, ou seja, vender outro produto similar, porém de uma marca mais barata como se fosse um pendrive da Kingston ou uma bateria da Nokia, por exemplo, entretanto em outros a coisa pode ser bem mais grave:
Esta é uma imitação de um HD de 2.5" externo da Samsung que parece autêntico se olhado por fora, com um invólucro que, excetuando-se alguns erros de escrita até que parece autêntico, inclui os logos e certificados:
Dentro dele temos duas porcas para simular o peso e um pendrive de 128 MB, cujo controlador foi modificado para funcionar em loop, reportando uma partição de 500 GB para o sistema e armazenando a tabela de alocação de arquivos, porém guardando apenas os 128 MB de dados copiados.
O resultado prático desse hack é que ao plugar o drive no sistema, ele é realmente identificado como um HD USB e o sistema reporta a presença de uma partição de 500 GB, e ao escrever vários arquivos a operação de gravação é realmente executada e o gerenciador de arquivos mostra todos os arquivos copiados, inclusive informando os tamanhos corretamente. Entretanto, ao tentar abrir or arquivos, você perceberá que estão todos vazios, com exceção do último, que conterá os 128 MB finais.
Este mesmo hack é muitas vezes encontrado em pendrives falsificados, onde a capacidade real pode ser bem mais baixa que a reportada, graças ao emprego do mesmo hack. Como uma indústria de falsificação tão desenvolvida quanto a que existe na China, um simples controlador modificado é coisa de criança.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Por que não resistimos a uma fofoca?
Desnecessário dizer que fofoca pega mal e que as regras sociais a condenam fortemente – ser chamado de fofoqueiro é uma grande ofensa para qualquer um. Mas vamos ser sinceros: é MUITO difícil não prestar atenção quando uma dessas informações, digamos, clandestinas chega até nós, não? Antes de se sentir culpado, porém, saiba que há uma explicação científica para nossa obsessão pela vida alheia.
Um estudo recente da Universidade de Northeastern, em Boston, descobriu não só que o nosso subconsciente valoriza a fofoca, como nossa mente e nossos olhos prestam atenção particular quando estão em jogo informações negativas. Olha que danadinhos.
O experimento funcionou assim: primeiro, os voluntários viram fotos de algumas pessoas, e receberam uma informação sobre elas. Essa informação podia ser positiva, negativa ou neutra, e o assunto podia ser social ou não. Por exemplo, “ele jogou uma cadeira em seu colega de classe” seria uma declaração social negativa, enquanto que “ela desenhou as cortinas da sala” seria uma informação neutra e não social (não trata de algo que ela tenha feito com outra pessoa).
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